Sistema para locadora de plataforma elevatória: o que controlar em cada máquina, contrato mensal, fotos da bateria e o que o SIGLE faz (e não faz) hoje.
Um sistema para locadora de plataforma elevatória precisa resolver problemas que a locadora de betoneira nem conhece. Cada tesoura vale de R$ 80 mil a R$ 200 mil, sai quase sempre em contrato mensal, passa semanas numa obra industrial que exige documentação e volta com a bateria maltratada mais vezes do que deveria. Controlar isso no caderno ou na planilha funciona com duas máquinas. Com seis, a locadora já perde a conta de qual está em qual obra, qual vence esta semana e qual voltou com avaria.
Este guia lista o que o sistema precisa controlar numa frota de plataformas e mostra como cada ponto funciona no SIGLE, inclusive o que ele ainda não faz.
O que muda numa locadora de plataformas
Comparada a uma locadora de ferramentas, a de plataforma elevatória tem quatro particularidades:
| Particularidade | Por que pesa | O que o sistema precisa ter |
|---|---|---|
| Máquina de alto valor | Uma tesoura parada ou perdida custa caro | Cada máquina com número de série e patrimônio próprios |
| Contrato mensal e longo | Obra de galpão ou manutenção industrial dura meses | Cobrança mensal com proporcional e prorrogação fácil |
| Bateria e hidráulica sensíveis | Descarga profunda e vazamento viram prejuízo | Fotos de saída e de retorno no contrato |
| Manutenção e laudo obrigatórios | NR-18 e cliente industrial cobram | Máquina em revisão fora da disponibilidade |
Os detalhes de preço e exigências estão no guia de aluguel de plataforma elevatória.
Sistema para locadora de plataforma elevatória: o que controlar
1. Cada plataforma como unidade individual
No SIGLE, a plataforma é cadastrada como equipamento numerado, e cada máquina vira uma unidade com código, patrimônio, número de série, estado de conservação, data e valor de aquisição. No contrato, você escolhe exatamente qual unidade sai, e o código dela aparece no PDF do contrato e no termo de entrega. Se alguém tentar devolver outra máquina "igual", o código e o número de série do cadastro desmascaram na hora.
2. Contrato mensal com proporcional
O contrato tem modalidade diária ou mensal. Na mensal, a configuração da empresa define se 1 mês e 10 dias vira 2 meses cheios ("sempre para cima") ou 1,33 mês ("proporcional aos dias", com mínimo de meio mês). Frete de entrega e frete de retirada ficam em campos separados, e o endereço da obra é obrigatório. Quando a obra estica, a prorrogação do contrato mantém o mesmo número e soma o novo período ao total.
3. Fotos de saída e de retorno
A vistoria aceita até 8 fotos por equipamento, tiradas pelo celular a partir de um QR code. Para plataforma, fotografe horímetro, indicador de bateria, guarda-corpo, pneus e cilindros. Na volta, o sistema mostra as fotos de saída e de retorno lado a lado. Você ainda pode exigir nas configurações que o contrato só seja ativado depois das fotos de saída, o que acaba com o "depois eu tiro". Veja como funciona em vistoria de equipamento com foto.
4. Devolução com destino da máquina
Na devolução, cada unidade volta como boa, avariada ou perdida. Avariada vai direto para manutenção e sai da conta de disponíveis; perdida é baixada. O valor da avaria entra no contrato e o saldo é recalculado. A diferença entre essas situações está em equipamento em manutenção no sistema.
5. Vencimentos e saldo
O painel mostra os contratos vencendo nos próximos dias (você define de 0 a 30), os vencidos sem devolução e quanto há a receber. Os pagamentos são lançados por contrato, inclusive parciais, e a multa por atraso segue a regra configurada pela empresa.
O que o SIGLE não faz para plataformas
Para não criar expectativa errada:
- Não há campo de horímetro nem cobrança automática de hora excedente. A leitura vai na foto da vistoria.
- Não há alerta de vencimento do laudo anual nem agenda de revisão por horas. Controle isso no calendário, como sugere o guia de manutenção de plataforma elevatória.
- Não há ordem de serviço, controle de peças nem rastreamento por GPS.
- O certificado de treinamento do operador não fica anexado no sistema; guarde a cópia junto com o contrato assinado.
Checklist para testar antes de contratar
Faça este teste em qualquer sistema, inclusive no SIGLE:
- Cadastre 3 plataformas com número de série.
- Crie um contrato mensal de 1 mês e 10 dias e confira o valor.
- Tire as fotos de saída pelo celular.
- Prorrogue o contrato por mais 15 dias.
- Registre a devolução de uma unidade avariada e veja se ela sai da disponibilidade.
Se o sistema travar em algum desses passos, ele não foi feito para frota de plataforma. Os demais critérios estão no guia sistema para locadora de equipamentos: 7 critérios.
Comece hoje com as suas plataformas
Cadastre a frota, emita o primeiro contrato mensal com o código de cada máquina no PDF e faça a vistoria pelo celular na mesma tarde. Crie sua conta grátis, sem cartão: https://sigle.app.br/registrar?utm_source=blog&utm_campaign=sistema-para-locadora-de-plataforma-elevatoria.
Perguntas frequentes
O SIGLE controla o horímetro da plataforma? Não há campo de horímetro. A leitura fica registrada nas fotos de saída e de retorno da vistoria, que aparecem lado a lado no contrato.
Dá para cobrar plataforma por mês com proporcional? Sim. Na configuração da empresa, escolha "proporcional aos dias" e o contrato mensal cobra a fração do mês, com mínimo de meio mês.
Plataforma em revisão aparece como disponível? Não. A unidade marcada como manutenção sai da disponibilidade e não pode ser escolhida em contrato novo até voltar para disponível.
Toca uma locadora de equipamentos?
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